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Edifício econômico: mudanças que geram economia aos edifícios corporativos

Gianlucca Oliveira • 4/6/2022
Com a alta da inflação e consequentemente os preços de suprimentos, recursos e serviços elevados, atualmente proprietários e administradores de edifícios corporativos têm enfrentado um grande desafio: tornar a operação do edifício mais econômica e ao mesmo tempo eficiente. 

Isso porque nesses locais, pequenas mudanças causam um grande impacto nos custos operacionais, tanto posivitamente quanto negativamente.

Edifício Econômico

Pensando nisso, apresentamos algumas soluções para colocar em prática que vão te ajudar a ter um edifício operando com mais economia.

Eficiência hídrica

Captação de água da chuva: as águas das chuvas podem ser captadas, filtradas, cloradas e direcionadas para uso em algumas áreas do edifício, como nos vasos sanitários e na irrigação dos jardins. Além dessa iniciativa, visando um edifício ainda mais econômico, é possível estudar a contratação de demanda firme com a concessionária de água local. O contrato de demanda firme é um conjunto de facilidades firmado entre o cliente e a concessionária água e esgoto para obter preços mais atrativos.

Arejadores de torneira: uma boa opção para reduzir o desperdício de água é a instalação de arejadores de torneira nas pias das áreas comuns. O arejador é um acessório que injeta ar ao jato de água e proporciona a sensação de maior vazão, o que pode gerar uma economia de até 80%.

Eficiência energética

  • Sistema regenerativo dos elevadores: o sistema regenerativo dos elevadores é composto por drives de regeneração de energia. Ou seja, em vez de desperdiçar energia sob forma de calor, ele realimenta a rede elétrica interna do local onde o equipamento está. Desse modo, a energia é reutilizada por outros elevadores, para iluminação, ar condicionado, computadores e outros equipamentos que estejam conectados na mesma rede elétrica do edifício, como explica Gianlucca: ‘‘inegavelmente esse mecanismo é muito eficiente e vantajoso, pois pode reduzir em até 75% a utilização da energia em comparação aos elevadores que não são regenerativos, tornando o edifício mais econômico’’.

  • Lâmpadas eficientes: muitos edifícios ainda não adotaram práticas básicas para ter um edifício mais econômico, como a substituição das lâmpadas: ‘‘todas as lâmpadas e luminárias das áreas comuns podem ser substituídas por LEDs visando o baixo consumo de energia elétrica e a alta qualidade ambiental. Isso inclui estacionamentos, vias, centro de conveniências e áreas verdes’’, conta Gianlucca Oliveira, Gerente de Operações da Cushman & Wakefield.

Mercado livre de energia elétrica

O mercado livre de energia elétrica possibilita que os consumidores considerados livres possam adquirir energia elétrica de outros fornecedores, não necessariamente da concessionária local, assim é possível negociar diretamente com os geradores e comercializadores de energia e escolher o fornecedor. Atualmente, para ser considerado um consumidor livre, cada unidade consumidora deve apresentar demanda contratada mínima de 1000 kW. Clique aqui para saber mais: ‘‘a migração para o mercado livre de energia elétrica pode proporcionar uma economia de 10 a 20% ao edifício se comparada ao mercado cativo (Enel, Light e outras)’’, conta o Gerente de Operações.

Pequenas mudançam contribuem para um edifício mais econômico

Além das dicas que apresentamos, a instalação de secadores de mão elétricos e sensores de luz nas áreas comuns também contribuem para um edifício mais econômico.

Verifique quais práticas estão ao seu alcance e comece a implantá-las agora mesmo para ter um edifício mais econômico.

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